Pastor ex-travesti diz receber ameaças de morte por defender "restauração"

O pastor Joide Miranda, que hoje tem 47 anos, mas que até os 26 anos de idade era travesti, afirmou para o portal G1, que sofre preconceito por defender que Deus é capaz de fazer uma "restauração sexual".

Joide Miranda é casado a 17 anos com a missionária Édna Miranda, é pai de um menino de 4 anos chamado Pedro, e atualmente ajuda pessoas que decidem deixar o que o pastor chama de 'estado de homossexualidade'.

Joide conta que recebe muitas ofensas por causa do seu trabalho, e dentre as ofensas que ele e sua esposa recebem, já receberam até ameaça de morte. Entre os relatos de hostilidade que o pastor conta que sofreu, Joide conta que já foi perseguido por dois homens nas igrejas durante as pregações. As ameaças e perseguições segundo o pastor Joide, aconteceram pela internet por ativistas da causa gay.
Pastor Joide, sua esposa Édna e seu filho

"A mensagem dizia que meus dias estavam contados e que eu seria destruído", contou o pastor que atualmente dá palestras pelo Brasil.

As ofensas nunca partiram para algo mais sério, mas ele arquiva as mensagens caso precise registrar um boletim de ocorrências.

O pastor conta que as ofensas e as ameaças não tem nenhum fundamento, pois ele afirma pregar a igualdade. "Não maltrato ninguém. O meu discurso é para mostrar que os homossexuais são pessoas iguais a todas as outras", afirmou o pastor.

O pastor reconhece que existe um enorme preconceito contra os homossexuais dentro e fora das igrejas, contando que a maioria das pessoas ficam desconfortáveis perto de homossexuais. "Sei que se um travesti sentar ao lado de uma pessoa na igreja ela vai se incomodar. E não só ali. Se você ver um gay bem ‘pintoso’ no shopping, as pessoas não acham normal", contou o pastor explicando sobre o preconceito vivido por homossexuais.

Joide ajuda outras pessoas através das suas experiências pessoais, e junto com a sua esposa, eles aconselham e orientam quem quer 'deixar de ser gay'. O pastor disse que o seu trabalho é de dialogar com as pessoas sem impor nada. "Se eles quiserem sair dessa vida, mostramos que tem uma luz. Porém, que não quiser não podemos fazer nada", explicou o pastor. Informações e fonte G1.


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