"Eles foram escolhidos", tentou explicar médico que não encontram explicações para sobreviventes do acidente da Chapecoense

O maior acidente da história do esporte ainda repercute de forma gigantesca. O acidente que vitimou 71 pessoas deixando apenas 6 sobreviventes, está provocando uma grande incógnita na mente de médicos e especialistas da área.


Os jogadores Neto, Alan Ruschel, Jackson Follmann, o jornalista Rafael Henzel, e os tripulantes Erwin Tumiri e Ximena Suárez foram retirados da tragédia com vida em meio aos 71 mortos, e a pergunta que está sem resposta para a medicina é: "Como foi possível ter sobrevivente em um acidente desse porte?"

O médico Fernando Solera, presidente da Comissão de Controle de Doping da CBF, foi até a Colômbia acompanhar de perto a recuperação dos sobreviventes do acidente com a comissão técnica da Chapecoense, e concedeu uma entrevista para a rádio brasileira "Jovem Pan". Na entrevista, Fernando Solera contou que não encontrou justificativas para 6 pessoas ficarem vivas em um acidente com as proporções que teve, ainda mais quando os protocolos de segurança não foram seguidos a risca pelos passageiros, que não faziam ideia de que o avião cairia.


"A medicina, definitivamente, não explica. Biologicamente, não tem como sobreviver. Eu até conversei com um amigo há alguns dias e falei assim: 'meu, eles não caíram de um prédio, e sim de um avião'. E olha que cair de um prédio já seria gravíssimo, hein? Imagina cair de um avião... As pessoas que sobreviveram foram escolhidas, sem dúvidas nenhuma", revelou o médico.

O médico que foi para a Colômbia horas depois do acidente, ajudou no tratamento dos sobreviventes e também teve a dura tarefa de acompanhar o reconhecimento dos 71 corpos no Instituto Médico Legal de Medellín.

Fernando Solera revelou que todos os mortos sem exceção tiveram múltiplas fraturas pelo corpo e gravíssimos traumatismo cranianos. "Eu, infelizmente, verifiquei e ajudei a colocar os 71 corpos nas urnas. E eu garanto que todos eles, sem exceção, tinham traumatismos cranianos graves e múltiplas fraturas pelo corpo. Era impossível que eles pudessem sobreviver. Neste tipo de acidente, ou a pessoa tem um traumatismo craniano, ou um traumatismo torácico, ou os dois", explicou o médico.

Os sobreviventes tiveram "apenas" traumatismos torácicos, sendo que o tripulante Erwin Tumiri já recebeu alta do hospital e todos já estão sem risco de morto. Informações e fonte "Jovem Pan".






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