Experimentos estão sendo realizados para o tão aguardado "transplante de cabeça"


A medicina sempre está em evolução, descobrindo novas técnicas e desvendando diversos mistérios, mas dessa vez o avanço que a medicina está alcançando, está surpreendendo a todos, a ponto de espantar até mesmo toda a humanidade com o novo objetivo que a medicina quer atingir, que é o transplante de cabeça.


Parece coisa de filme, mas não é! Experimentos já estão sendo realizados em animais, como ratos, cachorros e macacos, e a expectativa é que seja realizado em seres humanos no ano que vem, em 2018.


Faltando apenas poucos experimentos a serem realizados, os cientistas pretendem realizar os primeiros transplantes em seres humanos no ano que vem, 2018. Os cientistas ainda realizam testes para confirmar a possibilidade de ligar a medula espinhal de uma cabeça em outra.

O neurocirurgião, doutor Sergio Canavero, do Grupo de Neuromodulação Avançada de Turim, deseja realizar o experimento de "Dr. Frankenstein", que é o de reanimar cadáveres. O objetivo do experimento é primeiramente cortar a medula espinhal, em seguida, repará-la antes de utilizar a estimulação elétrica ou magnética para "reanimar" os nervos e até mesmo os movimentos do cadáver.

Segundo um artigo escrito para o Surgical Neurology Internacional, o doutor Canavero juntamente com seus colegas da Coréia do Sul e da China, a inspiração para o transplante veio da história de Frankenstein, onde a eletricidade é usada para reanimar o monstro fictício.


Apontando para os experimentos que já foram realizados em 1800, com os corpos de criminosos, o doutor Canavero contou que foram bem sucedidos os experimentos. "Um cadáver fresco pode atuar como um proxy para um sujeito vivo enquanto a janela de oportunidade é respeitada (algumas horas)", comentou o doutor.

Os pesquisadores anunciaram ser possível reconectar a medula espinhal, depois de ter sido testado em cães, mostrando como o animal se tornou capaz de andar e abanar o rabo três semanas depois de ter sido paralisado do pescoço para baixo. Para o doutor Canavero, a técnica também funcionará em seres humanos, podendo ser utilizado para ligar uma cabeça transplantada em um corpo doador, possibilitando que um paciente paralisado recupere o controle do corpo.

Assista o vídeo abaixo e veja como foi a recuperação em um rato e em um cachorro:

Um russo chamado Valery Spiridonov de 30 anos, que sofre de atrofia muscular espinhal, conhecida como Werdinig-Hoffmann, se prontificou para ser voluntário nos primeiros testes, mas a ideia não está sendo muita aceita por muitos cientistas, que alertaram que os experimentos em animais não garantem os mesmos resultados em seres humanos.

Valery Spiridonov, primeiro candidato a transplante de cabeça

O doutor Canavero contou que os testes iniciais serão realizados utilizando cadáveres de morte cerebral, modificando a medula espinhal. O doutor contou que primeiramente sua equipe vai realizar experiências com cadáveres, para depois realizar o transplante no russo Valery Spiridonov, contando que uma experiência em pacientes vivos só pode ocorrer quando houver 90 por cento de chance de sobrevivência. Informações e fonte "Jornal Ciência".




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