SE VOCÊ TEM O COSTUME DE JULGAR, VEJA ISSO!


Infelizmente o ato de julgar o próximo, é um hábito de praticamente todos nós seres humanos, dificilmente você vai encontrar alguém que não julga alguém, pois de uma maneira ou de outra, alguém vai acabar julgando seu próximo.

Recentemente nós explicamos aqui no ExercitoUniversal.com.br se podíamos ou não julgar, nos baseamos na Bíblia e demos o nosso parecer (veja Aqui), mas gostaríamos de mostrar uma história muito forte, que vai ajudar a esclarecer a mente de muitos sobre o julgamento.


Você sabia que quem julga acaba se precipitando? Preste atenção na história abaixo:

"Havia numa Aldeia um velho muito pobre que possuía um lindo cavalo branco.
Numa manhã ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira.
Os amigos disseram ao velho:
– Mas que desgraça, seu cavalo foi roubado!
E o velho respondeu:
– Calma, não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está mais na cocheira.
- O resto é julgamento de vocês.
As pessoas riram do velho.
Quinze dias depois, de repente, o cavalo voltou.
Ele havia fugido para a floresta.
E não apenas isso; ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo.
Novamente as pessoas se reuniram e disseram:
– Velho, você tinha razão.
Não era mesmo uma desgraça, e sim uma bênção.
E o velho disse:
– Vocês estão se precipitando de novo.
Quem pode dizer se é uma bênção ou não?
Apenas digam que o cavalo está de volta.
O velho tinha um único filho que começou a treinar os cavalos selvagens.
Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um dos cavalos e fraturou as pernas.
As pessoas se reuniram e, mais uma vez, se puseram a julgar:
– E não é que você tinha razão, velho?
Foi uma desgraça seu único filho perder o uso das duas pernas.
E o velho disse:
Mas vocês estão obcecados por julgamentos, hein? Não se adiantem tanto.
Digam apenas que meu filho fraturou as pernas.
Ninguém sabe ainda se isso é uma desgraça ou uma bênção...
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o País entrou em Guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a se alistar, menos o filho do velho. E os que foram para a guerra, morreram..."


Moral da história:
Quem é obcecado por julgar, cai sempre na armadilha de basear seu julgamento em pequenos fragmentos de informação, o que o levará a conclusões precipitadas. Nunca encerre uma questão de forma definitiva, pois quando um caminho termina, outro começa, quando uma porta se fecha, outra se abre. As vezes vemos apenas a desgraça e não vemos a bênção que ela nos traz!





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