Diretor do Google pretende implantar computadores nos cérebros humanos até 2029


Quando Deus criou tudo, Ele viu que tudo era muito bom, inclusive o homem. Mas com o passar dos anos, parece que o homem está querendo dizer para Deus que a principal das criações, que é o ser humano, não é tão boa assim, parecendo dizer: "Podemos fazer melhor!"

É o que um dos críticos do projeto planejado pelo futurista, Ray Kurzweil, que é diretor de engenharia do Google falou. Segundo o Ray Kurzweil, até 2029 a inteligência artificial superará a inteligência humana.


Para o diretor de engenharia do Google, os computadores terão a inteligência humana, podendo ser implantados no cérebro das pessoas, acredita Kurzwell. A revelação para 2029 foi feita no festival de cultura e tecnologia South by Southwest, no Texas (EUA). "Os computadores serão colocados dentro de nossos cérebros e conectados à um sistema de nuvem, expandindo quem nós somos", garantiu Ray Kurzuweil.

Ray Kurzweil
O objetivo de Kurzweil é fazer com que a união entre tecnologia e seres humanos torne as pessoas mais atraentes, engraçadas, potencializando todas as coisas que valorizamos nos seres humanos.

A afirmação do diretor de engenharia do Google não caiu bem para teólogos e especialistas de bioética, acreditando que uma elite tecnológica pretende decidir como o resto do mundo deve pensar e agir, podendo resultar em abusos e deformações severas.

A teóloga Fay Voshell, não acredita que a tecnologia seja apenas para satisfazer as necessidades físicas ou melhorar as qualidades das pessoas, mas ela acredita que possa envolver a criação de uma única consciência mundial. "Os seres humanos serão como máquinas programadas, adeptos a um estado universal e homogêneo. Este transhumanismo irá resultar numa eliminação total da identidade humana, dadas por Deus de forma única", acredita a teóloga.

Já o médico Dennis Sullivan, que é diretor do Centro de Bioética da Universidade de Cedarville, acredita que a previsão de Kurzweil ultrapassa todos os princípios da ética e da Bíblia, acreditando que a tecnologia possa ser uma "bofetada na face de Deus". "Teologicamente, isso é como uma bofetada na face de Deus, que depois de criar o homem viu que ‘isto era muito bom’. É como se eles estivessem dizendo: ‘Não é tão bom assim, podemos fazer melhor’", disse Sullivan. Informações e fontes "The Christian Post".



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