Evidências sobre a vida e a morte de Jesus Cristo são encontradas por Arqueólogos em Israel


Israel é um dos lugares mais escavados do mundo, ocorrendo aproximadamente mais de 300 escavações por ano, desenterrando mais de 40 mil artefatos por ano no território israelense.

Um terço dos artefatos desenterrados, confirmam a antiga presença de cristãos na Terra Santa, indicando quanto tempo durou as viagens de Jesus entre cidades e aldeias, mostrando como era a aparência desses lugares na época.


No último domingo(19), a Autoridade de Antiguidades de Israel apresentou dezenas de objetos datados do século I, permitindo aos historiadores uma compreensão mais profunda e detalhada sobre a vida e a morte de Jesus Cristo.

Vasos, utensílios de cozinha, restos de lagares para vinho, ossários com inscrições em hebraico e pregos das crucificações foram descobertos recentemente na região de Jerusalém e na Galileia.

O diretor da divisão arqueológica da Autoridade de Antiguidade de Israel, Gideon Avni, contou que atualmente pode reconstruir, com exatidão, muitos aspectos da vida diária do tempo de Cristo, contando que toda semana são descobertos novos elementos que permitem conhecer melhor essa época.

Um antigo ossuário, contendo o nome de Jesus, está em um armazén cavernoso, que guarda alguns tesouros arqueológicos em Israel. Para os arqueólogos, o nome de Jesus na época era um nome comum na Terra Santa há aproximadamente 2 mil anos, tendo 30 ossuários com o nome de Jesus inscrito.

Uma replica do osso de um calcanhar perfurado por um prego de ferro com fragmentos de madeira, foi exibida, sendo encontrado dentro de um ossuário judaico no norte de Jerusalém, datada no século I. É a única evidência encontrada de uma vítima da crucificação romana, enterrada de acordo com os costumes judaicos até o momento. informações e fontes "THE TIMES OF ISRAEL" e "FRANCE PRESSE"




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