Pai de menino morto por atirador diz: "Eu já perdoei desde o início"


Garoto de apenas 14 anos abriu fogo contra os colegas em sala de aula. Ele diz que bullying motivou ataque que deixou dois mortos e quatro feridos. Os alunos contaram que ele era chamado de fedorento pelos colegas de classe.


A tragédia aconteceu na manhã da última sexta-feira (20), em uma sala de aula de uma escola em Goiânia. O garoto abriu fogo contra os colegas e só parou de atirar graças a coragem da coordenadora do colégio, que evitou um massacre e o suicídio do atirador.


O estudante João Pedro Calembo de 13 anos, sentava na carteira imediatamente atrás do atirador, no fundo da classe, sendo o primeiro a ser morto. O pai da vítima nega a versão que o atirador e colegas de turma contaram à polícia, de que João Pedro seria desafeto do menino que efetuou ao menos 11 disparos contra os colegas de classe. Ele foi o primeiro a ser baleado e morto.

Para investigadores, o crime foi premeditado por causa do bullying que o atirador sofria na escola. Colegas disseram que ele era chamado de "fedorento" e relataram que chegou a receber um desodorante como provocação. A polícia informou que o atirador disse em depoimento que se inspirou em duas outras tragédias envolvendo atiradores em escolas – o massacre de Columbine, em 1999, nos EUA, e o de Realengo, em 2011, no Rio.

"Não acredito nessa história de desodorante. Não existe essa história de desafeto. Bullying hoje é o nome novo a uma brincadeira que se faz há tantos anos", diz o pai, presbítero da Igreja Batista Renascer. "Eu já perdoei desde o início. Foi uma fatalidade". Informações e fontes "G1".



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