Governo do Distrito Federal já derrubou mais de 30 igrejas evangélicas sem nenhum aviso; Confira

Maioria dos templos são evangélicos; líderes e políticos acusam intolerância religiosa


Mais de 30 igrejas foram derrubadas por ordem da Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis), ligada ao governo do DF, nos últimos três anos. De acordo com dados emitidos pelo órgão, 32 templos foram demolidos, em sua maioria evangélicos, como da Assembleia de Deus e Batista. A recente demolição de um templo da Assembleia de Deus Ministério Madureira, em Brasília (DF) está trazendo à tona uma polêmica que vem se arrastando por cerca de três anos, no estado: a derrubada de templos por ordem do governo e sem ordem judicial.

Apesar da alegação por parte do poder público, de que o templo da Assembleia de Deus e as outras tantas igrejas demolidas estaria em terreno de propriedade pública, o advogado da AD Madureira, afirmou que não houve qualquer tipo de aviso prévio ou explicação sobre a ordem de demolição.


"Não deram tempo... deram alguns telefonemas, mas já passaram os tratores por cima e derrubaram a nossa igreja", disse o advogado André Alves.

Conforme imagens divulgadas em uma matéria da RedeTV!, os membros da igreja que tentaram impedir a demolição foram contidos com truculência, por parte dos policiais que acompanhavam a execução da ordem do governo.

"A partir do momento que ela pega as igrejas e começa a patrocinar a derrubada, deixa de fazer justiça e passa a ser 'justiceira'... Sendo justiceira, ela está sendo seletiva e ao ser seletiva, marcando igrejas, aí há perseguição religiosa. O Congresso Nacional precisa abrir o olho para isso, porque tem uma turma aí que não gosta de igreja, mesmo não", destacou o advogado.

O fato de o Governo do Distrito Federal (GDF) não emitir nenhum comunicado prévio às derrubadas foi considerado como intolerância por representantes das instituições religiosas. Políticos também reclamaram da atitude da agência.


"É perseguição a quem prega valores; eles odeiam as coisas de Deus" disse o senador Magno Malta (PR-ES) em entrevista ao canal RedeTV, quando também falou que o GDF “não tem palavra”.

De acordo com o advogado da Assembleia de Deus Madureira, Daniel de Castro, o governo fez alguns telefonemas, mas que não houve tempo hábil para a retirada da igreja, e que o GDF age como “justiceiro” e “sendo seletivo”. "A partir do momento que ela pega as igrejas e começa a patrocinar a derrubada, deixa de fazer justiça e passa a ser 'justiceira'... Sendo justiceira, ela está sendo seletiva e ao ser seletiva, marcando igrejas, aí há perseguição religiosa. O Congresso Nacional precisa abrir o olho para isso, porque tem uma turma aí que não gosta de igreja, mesmo não", destacou o advogado. Informações e fontes "Guiame"




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